Jenna Coleman fala sobre sua viagem às Maldivas ao The Telegraph
18.10.2020
postado por Thaíne
Em janeiro, Jenna Coleman viajou para as Maldivas acompanhada de seus pais, e, recentemente, a atriz compartilhou ao The Telegraph as impressões que teve do lugar que ficou hospedada. Confira a tradução:

O que eu mais me lembro sobre a minha primeira viagem às Maldivas são as cores: o mar turquesa contra a areia branca, o verde vibrante das palmeiras. Elas são tão vívidas que é quase como se você as estivesse imaginando. Eu saí de uma agenda de filmagens louca e céus cinzentos de Londres para toda essa cor e calma completa.

Em janeiro eu voltei e levei os meus pais. Eu realmente gosto de ir embora nessa época do ano: ter aquele momento de recomeçar e me despedir do ano anterior. Pessoalmente e profissionalmente, eu estava me sentindo muito esgotada porque fiz uma peça e fui direto para as filmagens de The Serpent [próximo drama da BBC e Netflix] em Bangkok por cinco meses, interpretando uma assassina em série franco-canadense. Na minha área de trabalho, você passa longos períodos longe das pessoas que ama, então foi muito especial passar esse tempo com os meus pais. A última vez que saí de férias com eles, eu tinha 15 anos. Eu amo a areia e o mar. Quando eu era criança, íamos para a Cornualha no verão ou alugávamos uma casa em Portugal — meu pai ficava feliz em qualquer lugar que tivesse um grande mercado de peixes.

O voo de Londres a Malé, capital das Maldivas, leva cera de 10 horas. Normalmente adoro voos longos; tem algo sobre estar entre as nuvens que eu considero realmente pacífico e valorizo esse tempo. De Malé, normalmente é necessário pegar um hidroavião até o seu resort, mas fomos de lancha porque o nosso ficava bem próximo. Ficamos hospedados no One&Only Reethi Rah, que fica em uma ilha própria e tem comodidades incríveis, mas não é nada ostentoso. Tudo é muito descontraído, então você é forçado a desacelerar.

A alegria de estar em uma ilha é aquela sensação de estar completamente isolado. No Rethi Rah, você está rodeado por grandes e belas árvores antigas e flores tropicais, e as vilas são muito isoladas para que você tenha total privacidade. Você sente como se tivesse naufragado em uma ilha deserta no meio do mar. É o melhor dos dois mundos: você pode se esconder com um livro, mas também há muito o que fazer e restaurantes espetaculares.

O nascer e o pôr do sol são muito atraentes nas Maldivas. Nas manhãs, eu assistia ao nascer do sol com um café, caminhava ou pedalava para o café da manhã e, depois, fazia uma leitura, yoga ou um tratamento de spa. As massagens tailandesas são sublimes, e você pode fazer yoga aérea em uma pequena cabana que fica sobre estacas no mar, para que você sinta que está sobre a água. Você fica pendurado de cabeça para baixo e se balança em uma espécie de rede, enquanto aprecia esta incrível vista panorâmica do oceano.

À tarde, geralmente tinha margaritas congeladas e um passeio de bicicleta antes do pôr do sol e do jantar. Meu restaurante favorito era um restaurante japonês de tapas chamado Tapasake, onde o jantar é feito na sua frente, enquanto tubarões de recife nadam na água abaixo. Você pode vê-los se abraçando e se beijando. A beleza de se hospedar em um lugar como este é que você também pode simplesmente solicitar o serviço de quarto e apreciar a vista de sua hospedagem.

Minhas férias nem sempre são tão luxuosas. Amo pegar o trem e ir para o sul da França ou para a Escócia e explorar novos lugares. Minhas férias pós-confinamento foram em Ischia, uma bela ilha montanhosa na costa de Nápoles que ainda parece muito rústica. Depois de ver notícias comoventes da pandemia na Itália no início do ano, havia algo tão adorável em chegar lá e desfrutar de uma dose do calor e da cultura italiana. As Maldivas são um lugar para onde voltarei quando precisar ficar quieta e me reabastecer. É um paraíso que você nunca poderia ficar entediado com ele, mas você quer ir quando sentir que realmente precisa.

Confira algumas fotos desta viagem que Coleman compartilhou em seu Instagram: