Jenna Coleman conta o que mais gosta em Johanna Constantine
02.08.2022
postado por JCBR
Jenna Coleman, em conversa com o Den of Geek, contou o que mais gosta em Johanna Constantine, sua personagem em The Sandman, e como foi interpretá-lá. Confira:

Como foi interpretar um personagem que vem com tantas expectativas?
O personagem no roteiro era tão bem escrito. Eu sabia exatamente o que queria fazer com as ideias do Allan e do Neil. Vai ser bem interessante pois Sandman significa tanto para tantas pessoas. Porque eu estou interpretando a versão feminina de John Constantine, é claro vai gerar comentários, mas eu espero que as pessoas fiquem animadas; Eu acho que o que o Allan escreveu no roteiro realmente funciona; ofereceu um olhar diferente na dinâmica dela com Morfeus.

Quais são as suas coisas favoritas sobre Johanna Constantine?
Ela é torturada, é uma guerreira solitária. Por dentro, ela tem esse grande coração aberto, ela perdeu todos que estavam perto dela. Ela não pode deixar ninguém se aproximar pois ela já sofreu muito. Tudo é sobre mecanismos de defesa – cinismo, humor, e inteligência – e o jeito como ela tem que enfrentar o mundo protegendo o seu coração e se trancando para não deixar ninguém entrar. Eu amei o jeito que ela usar humor e aquela independência objetiva. Ela tem muita malícia, brincadeira, e um grande senso de diversão. Por baixo de tudo isso é alguém com uma vida incrivelmente vivida e um pesar através da habilidade de fazer exorcismos e o custo disso. Então você tem aquela profundidade, mas também aquele humor. Então essa personagem encontra Morfeus e essa dinâmica adiciona esse outro elemento interessante. Por que as similidades, as diferenças, as arrogâncias, os egos, o encontro dos dois foi muito divertido de fazer. Também tem o fato de que eles realmente acabaram gostando um do outro mas não querem admitir isso um para o outro.

Você também interpreta a ancestral da sua personagem moderna. Como foi fazer isso?
Oh, tão divertido. Ela tem absolutamente um tipo de crueldade nela. Ela é bem mais vilanesca com certeza.