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Jenna Coleman concede entrevista ao The Times
25.12.2020
postado por JCBR
Faltando apenas uma semana para a estreia de The Serpent, Jenna Coleman concedeu uma nova entrevista realizada por Ed Pontt para o The Times, acompanhada de um ensaio fotográfico pelas lentes do fotógrafo Chris McAndrew. No bate-papo Coleman falou sobre as pessoas que inspiraram os personagens da minissérie, o retorno de Victoria e disse estar em um novo projeto de fantasia que ainda não pode revelar qual é. Confira as fotos para o site e a tradução da entrevista:

Jenna Coleman: de rainha Victoria a parceira de assassino em The Serpent
A atriz fala sobre como perucas e aulas de francês a ajudaram a entrar na mente de uma cúmplice do assassino da minissérie da BBC, The Serpent

Em The Serpent, Jenna Coleman usa long hair e óculos de sol ainda maiores para interpretar Marie Andrée-Leclerc, parceira no crime e no amor de Charles Sobhraj, o famoso francês que enganou e assassinou mochileiros na Ásia nos anos 1970. Muitas das novas minisséries da BBC foram filmadas em Bangkok, onde o calor tropical causou o caos com as roupas de poliéster, perucas e no modo de fumar dos atores. “Foi como trabalhar em um estúdio de Bikram [yoga]”, diz Coleman, 34, mais conhecida por interpretar a jovem rainha em Victoria. Tahar Rahim, o ator francês que interpretou Sobhraj, também usava peruca? “Sim, ninguém escolheria usar isso…” ela diz incrédula.

Coleman é uma boa companhia. De uma forma moderada, talvez — fazê-la falar sobre sua vida privada é o mesmo que fazer a rainha Victoria dançar break. Ainda assim, durante um café da manhã em um café no centro de Londres antes da mudança para o nível 4 de isolamento, há o mesmo brilho sutil em seu bate-papo e em sua atuação. Isso pode ou não vir por ter crescido em Blackpool. Esta é a mulher que, quando estava interpretando Clara Oswald em Doctor Who, foi questionada pela rainha, “O que você faz?” ela deu a resposta conhecida a nível mundial: “Eu viajo através do tempo e espaço.”

“Parece divertido”, disse a rainha, e você tem a sensação de que Coleman se diverte, mesmo que ela conte com uma cara de paisagem. Havia muito para fazer The Serpent acontecer, o jovem elenco moderno deleitando-se com as maravilhas de Bangkok, mesmo que o tema da série fosse o mais sombrio possível.

Sobhraj, conhecido como o Assassino do Biquíni, o Assassino da Cisão e a Serpente, nasceu em Saigon, filho de um alfaiate indiano e uma vietnamita, e passou a infância viajando entre a Indochina Francesa e a França, onde foi para um internato. Ele não tinha uma nacionalidade no início, e Coleman acha que muito de seu comportamento posterior veio de “não ter um lugar no mundo, bem como todos os tipos de coisas horríveis que sua mãe fez a ele quando ele estava crescendo, coisas do tipo tortura. Ele começou no crime muito cedo — você poderia fazer uma série inteira sobre sua vida quando mais jovem.”

Começando com roubo, contrabando e golpes, Sobhraj aprisionou uma dançarina de flamenco e acabou escavando uma joalheria para roubar milhares de libras em joias. Ele foi preso várias vezes, escapando de prisões no Afeganistão e na Índia fingindo estar doente e drogando os guardas. E ele começou a atacar mochileiros. Esta foi a era de ouro da trilha hippie e os “cabelos compridos” estavam por toda parte, de Bangkok a Kathmandu. Sobhraj os odiava por seus privilégios e indolência.

Intensamente interpretado por Rahim, a estrela do filme cult francês A Prophet, Sobhraj é bonito, carismático e fala seis idiomas. Pense em Leonardo DiCaprio em Catch Me If You Can com Charles Manson. Ele achou fácil encantar os ocidentais. “Aparentemente, ele estudou psicologia nos primeiros dias, quando estava na prisão”, diz Coleman. “Ele tem uma maneira incrível de descobrir as inseguranças das pessoas e agarrar-se a elas.”

Sobhraj começou a se passar por um negociante de joias, envenenando turistas e cuidando deles para conseguir sua confiança. Depois disso, muitos o deixaram ter o que quisesse, seja dinheiro, passaporte ou sexo. Aqueles que não sucumbiram começaram a encontrar fins prematuros. Ele matou pelo menos 12 turistas, afogando a primeira que usava biquíni no Golfo da Tailândia, o que o ajudou a ganhar o apelido de Assassino do Biquíni, e queimando vivo um casal holandês.

Durante tudo isso, Leclerc foi a cúmplice leal de Sobhraj, usando o nome de Monique e se passando por sua esposa, enfermeira ou modelo para seu fotógrafo falso. Acariciando seu cachorrinho e em uma sucessão de vestidos estampados e terninhos, ela forneceu a Coleman um enigma glamoroso. “A noz a ser quebrada”, diz ela, “era: quanto ela foi vítima? E quanto ela estava disposta? Sobhraj foi uma das primeiras pessoas que ela conheceu, nunca tendo saído de sua cidade cinzenta e monótona, como ela a chamava. E dentro de quatro semanas ela estava drogando pessoas.”

Leclerc tolerou muitas infidelidades dele, que eram “devido à sua autoestima”, diz Coleman. “Ela escreve sobre não ser capaz de respirar sem ele, sobre aceitar qualquer coisa, desde que ela possa estar perto dele. O que é tão sombrio. Quando leio seus diários ou ouço suas declarações, sua ilusão é tão profunda. É como se ela estivesse vivendo uma narrativa totalmente diferente, uma vida de filme em sua cabeça.” Há uma cena em que Sobhraj mata dois turistas enquanto Leclerc fica na sala ao lado, sonhando acordada. “Como se ela estivesse neste livro de romance”, diz Coleman. “E então a merda é jogada no ventilador.”

Em 1976, Sobhraj e Leclerc foram detidos e encarcerados na Índia após tentarem drogar um grupo de turistas franceses de 22 pessoas. Sobhraj prosperou na prisão, chantageando a equipe para lhe dar uma televisão e deixá-lo fazer sexo com Leclerc duas vezes por semana. Ela morreu de câncer em 1984, mas ele se mudou para Paris quando foi solto, tornando-se uma celebridade macabra e cobrando dos fãs 5 mil dólares por almoço.

Em 2003, por motivos que não estão claros, ele voou para o Nepal, onde ainda era procurado. Ele foi capturado e permanece na prisão aos 76 anos. Os visitantes continuam vindo. “Ele é conhecido por drogar pessoas e colocar coisas em sua água, e toda vez que alguém vem vê-lo na prisão, ele serve uma bebida e oferece a eles”, diz Coleman. “É uma espécie de truque psicológico.”

Leclerc estava realmente apaixonada por uma pessoa tão perturbadora? Coleman pensa que sim, embora ela o tenha repudiado publicamente. “Eu li uma carta que ela escreveu para ele na prisão e ela disse: ‘Você precisa de uma limpeza da alma’. Mas então ela encerrou, ‘De sua querida garotinha, eu sempre vou te amar’. O grande problema para mim é que na prisão ela continuou chamando-se Monique. Não Marie-Andrée. Então, eu acho que ele nunca perdeu o controle sobre ela.”

Coleman conheceu algumas das pessoas retratadas na série, incluindo Herman Knippenberg, o diplomata holandês que ajudou a capturar Sobhraj, e Nadine Gires, uma vizinha do assassino. “Estávamos gravando ao redor da piscina e Nadine viu eu e Tahar estávamos vestidos com os figurinos e com o cachorro e, aparentemente, ela estava bastante incomodada”, disse Coleman. “Ela disse que Marie-Andrée disse que nunca gostaria de ter um filho de Charles porque ele seria um monstro.”

A filmagem foi interrompida pela pandemia e eles tiveram que terminá-la em um estúdio no Reino Unido. “O cenógrafo fez um trabalho incrível porque vai perfeitamente de algo que filmamos no ano passado em Bangkok e corta para oito meses depois em Hertfordshire”, diz Coleman. Ela ri da vez em que levou Rahim ao pub local. “Eles estavam fazendo o quiz pop semanal. Era o oposto de Bangkok!”

Seu papel exigia que ela falasse francês, o que ela não sabia. Para a audição, ela aprendeu suas falas foneticamente. “Eu estava com tanta vergonha — ‘Deus, as pessoas vão ver isso’. Quando eles me ofereceram o papel, eu fiquei, tipo, ‘Eles são completamente loucos.'” Ela começou as aulas de francês, a primeira das quais não foi bem. Foi pedido a ela que dissesse “très”, mas “porque sou do norte, pronunciei ‘tray'”. Ficou parecendo como My Fair Lady, diz ela.

The Serpent apresenta um arco-íris de sotaques do elenco principal britânico — franco-canadense para Coleman; belga para Tim McInnerny, que interpreta um diplomata; holandês para Billy Howle, que interpreta Knippenberg; e alemão para Ellie Bamber, que interpreta a esposa de Knippenberg, Angela. Bamber e Coleman estiveram em um relacionamento com a estrela de Bodyguard, Richard Madden. Elas compararam algo? Ela ri e me lança um olhar de “Não acredito que você perguntou isso.”

Namorados sempre foram uma área proibida para Coleman nas entrevistas. Este ano ela se separou de Tom Hughes, que interpreta o príncipe Albert, seu marido em Victoria, após quatro anos juntos. Ainda não se sabe se a série vai voltar, embora ela admita que seria ótimo “levar isso ao ponto em que Albert morre, o que obviamente é incrível em termos de história.”

Seria estranho atuar com Hughes agora? “Não!” Ela é uma profissional, certo? “Não sei o que isso significa.” Ela pode colocar de lado suas emoções quando está trabalhando. “Isso vai soar muito diplomático, mas Victoria e Albert sempre foram muito independentes de nós. Estou com muito medo de dizer qualquer palavra sobre isso.” Ela sempre foi boa em ser direta sobre essas questões, eu digo. Ela está solteira no momento? “Eu realmente não quero dizer. Bloquear!” Ela imita uma defesa avançada.

Nós continuamos. Como alguém que interpretou personagens da vida real, o que ela acha do recente debate sobre a precisão dos fatos em The Crown? Daisy Goodwin, a criadora de Victoria, escreveu recentemente um artigo para o The Times defendendo o direito de embelezar. “Eu li as fontes originais não apenas como uma historiadora em busca de fatos, mas como uma escritora que tenta descobrir o que as pessoas deixaram de fora”, escreveu Goodwin.

Coleman concorda. “Qual é o sentido de contar histórias se você está completamente preso?” Ela aponta para os sentimentos de Victoria por Lord Melbourne. “Daisy disse que lendo nas entrelinhas você pode ver que é uma paixão de infância.” Nada foi oficialmente reconhecido, mas as cartas da rainha deixaram seus sentimentos claros. As figuras mortas há muito tempo são uma coisa. A ideia de interpretar alguém vivo é “aterrorizante”, diz Coleman. “Pensar que essa pessoa vai assistir… Como você se sentiria sobre alguém interpretando você?”

Nascida em Blackpool, onde seu pai reformava lojas e bares e sua mãe era mãe em tempo integral, Coleman tem atuado profissionalmente por quase metade de sua vida. Ela recebeu o nome de Jenna Wade, a personagem de Dallas interpretada por Priscilla Presley. Pouco depois de deixar a escola, ela foi escalada para interpretar Jasmine Thomas em Emmerdale e teve algumas histórias substanciais: cenas de amor lésbico, um aborto, matando um suposto estuprador. Ela fez muitos longos alongamentos — quatro anos em Emmerdale e três temporadas de Doctor Who, depois dos quais ela tinha apenas três semanas para começar em Victoria.

Não foi nenhuma surpresa então que ela “realmente queria ter um pouco de tempo para fazer outras coisas” depois de terminar a terceira temporada de Victoria. O confinamento trouxe clubes de cinema online, uma produção através do Zoom de A Separate Peace, de Tom Stoppard, para arrecadar dinheiro para os trabalhadores do teatro que ficaram desempregados devido à Covid, e um feriado com uma amiga em Deia, o enclave boêmio em Mallorca que foi a casa de Robert Graves.

No novo ano, Coleman vai começar a filmar um projeto de fantasia de grande orçamento sobre o qual ela ainda não pode falar e, no ano passado, ela fez sua estreia profissional no palco em All My Sons de Arthur Miller no Old Vic em Londres. A experiência foi “assustadora”, diz ela, mas abriu seu apetite para fazer mais teatro. Suas co-estrelas, incluindo Sally Field que a elogiou como “uma atriz deslumbrante [que] era sólida como uma rocha para mim.” Sólido como uma rocha com uma pitada de brilho Blackpool.

Vitória: A Vida de uma Rainha chega ao catálogo do Globoplay
26.05.2020
postado por Laura Cristina
Nessa terça-feira (26) Victoria chegou à plataforma de streaming Globoplay, contando com todas as três temporadas.

Desde que chegou ao Brasil primeiramente pelas plataformas de streaming Globosat e NOW o título da série foi traduzido para Vitória: A Vida de uma Rainha, com a seguinte sinopse:

A monarquia britânica entra em crise após a morte do rei e o peso da coroa recai sobre uma jovem de apenas 18 anos, responsável por comandar o império.

Victoria é uma série com foco principal no reinado da Rainha Victoria do Reino Unido e seu casamento, foi criada pela novelista Daisy Goodwin e produzida pela Mammoth Screen tendo sua estreia em 2016 contando com a participação de Tom Hughes, Rufus Sewell, Nell Hudson e David Oakes no elenco. A série é transmitida para o Reino Unido pela ITV e nos Estados Unidos pela Masterpiece – PBS.

Essa já é a terceira série que conta com a participação de Jenna disponível no Globoplay, as outras são Doctor Who e The Cry (Em Prantos).

Victoria chegará ao Globoplay em maio
29.04.2020
postado por Laura Cristina
Desde que chegou ao Brasil primeiramente pelas plataformas de streaming Globosat e NOW o título da série foi traduzido para Vitória: A Vida de uma Rainha, com a seguinte sinopse:

A monarquia britânica entra em crise após a morte do rei e o peso da coroa recai sobre uma jovem de apenas 18 anos, responsável por comandar o império.”

Victoria é uma série com foco principal no reinado da Rainha Victoria e seu casamento, foi criada pela novelista Daisy Goodwin e produzida pela Mammoth Screen tendo sua estreia em 2016 contando com a participação de Jenna Coleman Tom Hughes, Rufus Sewell, Nell Hudson e David Oakes no elenco. A série é transmitida para o Reino Unido pela ITV e nos Estados Unidos pela Masterpiece – PBS.

Criadora e roteirista de Victoria concede entrevista exclusiva ao Jenna Coleman Brasil
17.05.2019
postado por Laura Cristina
O Jenna Coleman Brasil em parceria com o Victoria Brasil conseguiu uma entrevista exclusiva com a criadora e roteirista da série “Victoria”, Daisy Goodwin onde a mesma fala sobre um possível spin-off, como é trabalhar com Jenna Coleman e Tom Hughes, o futuro de personagens importantes e mais!

Confira:

1. Quando você decidiu escrever sobre a Rainha Victoria? O quão desafiador foi escrever um romance (e depois produzir uma série) baseando-se em fatos reais?

Bem, na verdade, foi mais fácil do que ter que criar tudo! Eu amo história, então é um prazer investigar os detalhes da vida de Victoria.

2. Esta pergunta vem de todos os fãs aqui no Brasil: Você planeja escrever uma continuação de “Vitória – A Jovem Rainha”? Embora saibamos o que vem a seguir (por causa da série e da história) é tão bom ver tudo pelos olhos de Victoria.

Fico muito feliz que tenham gostado do romance. Estou pensando em escrever uma sequência – observe essa deixa.

3. Muitos fãs estão muito chateados, para não dizer, com raiva do comportamento de Albert e como as coisas estão indo no casamento. O que está reservado para o casal? A quarta temporada será a última dele? Você poderia nos dar um gostinho do que vem a seguir para Victoria e Albert?

Pobre Albert! Ele se esforça tanto e recebe tão pouco em troca. Eu acho que uma pequena espiada na Wikipédia lhe dará uma pista para o que pode estar reservado para ele.

4. Logo no início da terceira temporada sentimos falta de alguns personagens como Ernest e Harriet, vamos voltar a vê-los no futuro?

Quem sabe? Nunca diga nunca.

5. Como é trabalhar com Jenna e Tom? Antes de começar, você tinha mais alguém em mente para os personagens? Como foi o processo de escolha dos atores para esses personagens tão notáveis?

Eles são atores tão talentosos – é um prazer trabalhar com eles. Eles sempre foram minha primeira escolha para Victoria e Albert.

6. Se você tivesse a oportunidade de produzir um spin-off da série, você consideraria contar a história de Vicky e Frederick III? Eles possuem um papel tão interessante e importante na história e isso raramente é visto em filmes e séries. Muitos estão entusiasmados com essa ideia. O que você acha disso?

Eu adoraria produzir algo sobre Vicky e Frederick! Se eu for vocês serão os primeiros a saber!

7. O que você tem a dizer sobre os homens importantes que influenciaram a vida de Victoria? Como o Lord M, Albert, John Brown e Abdul?

Eu acho que ela sempre esteve no comando.

8. Na série, podemos sentir uma forte figura feminista em Victoria, mas sabemos que a própria Rainha era, na verdade, anti-feminismo. Por que é o oposto na série? Além disso, há muitos artigos interessantes que exploram o fato de que, a contragosto, Victoria, na verdade, teve uma influência importante nesse movimento [feminista]. O que você tem a dizer sobre isso?

Victoria não acreditava na igualdade das mulheres, mas ela não precisava – era ela quem mandava. Eu acho que ela era uma figura feminista sem saber e acredito que ela mudou de atitude em relação às mulheres, quer ela quisesse ou não.

9. Uma das alegrias desta temporada são as crianças! Você pretende se aprofundar em sua história e trazer mais foco sobre as crianças (comportamento, pensamentos e relacionamentos) à medida que as mesmas crescem na série?

Eu certamente pretendo! As histórias das crianças são tão interessantes e tivemos sorte de ter atores brilhantes.

10. Você poderia enviar uma mensagem para os fãs no Brasil? Tenho certeza que eles iriam adorar se você pudesse enviar uma mensagem em vídeo, talvez?

Eu vou tentar!!!!!

Gostaria de agradecer muito por estar disposta a conceder esta entrevista! Isso significa muito para nós!

Gostaríamos de fazer um agradecimento especial à jornalista Luana Mattos que entrevistou a Daisy e tornou isso possível!

Contato da Luana:
Twitter: @luanatmattos
Linkedin: Luana Mattos

Jenna Coleman cita algumas atrizes que gostaria que a substituísse no papel de rainha Victoria
14.03.2019
postado por JCBR

Não é de hoje que começaram os murmúrios a respeito da permanência de Jenna Coleman na série que retrata o reinado da rainha Victoria, que ascendeu ao trono com dezoito anos de idade.

Durante as entrevistas concedidas nos Estados Unidos a fim de divulgar a nova temporada da série que teve sua estreia por lá no dia 13 de janeiro, Coleman revelou sobre o processo de envelhecimento dos personagens através da maquiagem. Mas, como a mesma vem pontuando, chegará uma hora que terá de dizer tchau para a personagem e dar espaço para que outra atriz possa substituí-la.

Faltando um pouco mais de uma semana para a estreia da terceira temporada de Victoria no Reino Unido, aconteceu uma conferência de imprensa em que Jenna, Tom Hughes e Daisy Goodwin participaram e falaram sobre o futuro da série.

A seguir, confira alguns detalhes divulgados pela mídia britânica:

Com o envelhecimento do personagem, espera-se que outro ator com idade mais apropriada assuma o papel, assim como a série épica da Netflix, The Crown.

É algo que Coleman admite que será difícil de fazer.

“Vai chegar um ponto em que eu tenho que [ser substituída]. A ideia de que vou estar interpretando o encontro de Victoria e Abdul não é realmente possível”, disse ela ao RadioTimes.com e outros jornalistas.

“Mas vai ser difícil deixar de fazer o papel, especialmente quando ela ficar mais velha. Ela está se tornando muito mais parecida com tudo pelo que ela é conhecida – sua impaciência, sinceridade e incapacidade de esconder como se sente.

“[A substituição] traz muitos desafios e é difícil como ator – quando você chega até aqui, é difícil abandonar.”

Mas Coleman tem alguns nomes já em mente de quem ela gostaria de assumir seu papel – e entre eles está uma vencedora do Oscar que compartilha um sobrenome semelhante.

“Há muitas pessoas”, disse ela. “Emily Watson seria incrível, assim como Imelda Staunton. Helena Bonham Carter seria boa, mas ela está ocupada agora.

“Olivia Colman foi tão boa em The Favorite, mas ela está ocupada também.”

De fato, a vencedora do Oscar, Colman, está ocupada com a segunda temporada de The Crown – interpretando outra monarca, a rainha Elizabeth II.

“É meio que no fundo todos estão pensando nisso. Tem que vir em algum momento, mas isso vai ser realmente doloroso. Eu sinto que nos últimos dois anos eu cresci com ela. [Nós filmamos] seis meses por ano, eu passo mais tempo sendo Victoria do que Jenna quando estamos filmando. Você se torna muito próximo das pessoas que você está pesquisando. Eu acho que seria uma coisa difícil”.

Fonte: Good Housekeeping

Durante a conferência, a produtora e criadora da série, Daisy Goodwin, disse já ter alguém em mente para fazer a substituição da Jenna no papel de rainha Victoria. E, segundo o site da revista Harper’s Bazaar UK, Coleman está confirmada na quarta temporada do drama que terá sua estreia em 2020.